Caminho sempre solitário
Nas sombras da tua forma de existir
Embora sinta
E até precinta
Que nos momentos
Onde de regresso há casa
Onde deixaram passar uns tempos
Com a mochila vazia e sem sentidos
Nem alegrias
Somente na mente
E nas noites frias
Que te fazem companhia
Onde tua mão de gato de arpão
Sempre presente me faz velar na emoção
Nesta curva de caminho
Onde ainda na sensação
Do teu arranhão na pel
Mel ferida maldita
Lagrimas das emoções dessa forma estranha onde me aprisionastes
Na poeira desta estranha forma de ser
Sentimento
Lamento
Cantado sempre
E mesmo a dormir
Nesta cama que nem minha
Nem tua
Empréstimo
Para pernoitar
Onde tudo fala
Com poucas falas
Das sempre formas de estar.
Ciculos dos eternos malditos
Danados do desespero
Nos tempos onde já se oferecem alpergatas e se vêem para a rua dizer que descalços andão
Esquecensse da coleção escondida
Falando na linguaguem do jogo
Onde desenganos com enganos
Pretendem fazer acreditar esquecendo-se
De que afinal
O mel
Esse da cama e o que querem dar
Finalidades de meter o dedo
Na cama onde ledo dorme
As noites
Sem dormir
Na sua forma de se dar
E castigado estou preso
Nesta cela de ilusões
Mais valia morrer
Nas paixões
E fico assim
Preso no medo do desespero
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